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3 Jogos da Década, de acordo com o WASD

É verdade, 2019 foi o último ano de uma década cheia de jogos fantásticos. Como não podíamos passar esta data sem uma reflexão, reunimo-nos e falámos daquele jogo que nos marcou nestes últimos 10 anos. E estes são Os Três Jogos da Década para nós.

Jogos do Ano 2019 para o WASD

Este ano de 2019 foi realmente excelente em termos de lançamentos de videojogos. Tivemos de tudo um pouco, entre grandes títulos de acção, aventura, role play e até de estratégia, entre novidades e grandes regressos.  E estas foram as nossas escolhas aqui na ecléctica redacção do WASD.

Top – 10 dos jogos mais esperados de 2019

Com 2018 para trás, ano que trouxe óptimos jogos, 2019 apresenta-se igualmente frutífero em novos títulos anunciados. Alguns, estão na forja há anos, outros foram uma agradável surpresa de final de ano. Neste Top estão listados pela nossa ordem de expectativa. Resta saber se cumprirão.

Os melhores jogos PS VR a chegar em 2019

A caminho do 3 ano de existência e com mais de 300 jogos no seu catálogo, o PlayStation VR está longe de abrandar o passo. 2019 promete ser mais um ano de grandes títulos para a plataforma de realidade virtual. Vamos conhecer o que os próximos meses nos trarão.

Jogos do Ano para o WASD

No último dia do ano, os nossos redactores estiveram reunidos para falar dos melhores jogos de 2016. As suas escolhas foram realmente diferentes e com base nas suas experiências e preferências. Contudo, até há alguns consensos quanto aos jogos do ano.

Quando o filme é pior que o jogo

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A propósito do lançamento em breve do filme Halo: Nightfall que noticiámos aqui, não podemos esquecer que nem sempre os filmes criados por adaptação de videojogos correram bem. Estão na forja adaptações como Uncharted ou Metal Gear Solid, só podemos esperar que façam jus ao enorme sucesso dos jogos em que se inspiram. Isto porque há um passado triste na interpretação cinematográfica de algumas séries de videojogos de sucesso.

Já tivemos contacto com algumas aberrações de filmes que, caso o jogo não tivesse tanto sucesso, seriam o fim desastroso dessa série. Felizmente as produtoras tentam tornar os filmes como um pedaço extraído ou inspirado nos jogos e não parte deles (salvo algumas excepções). Há mesmo casos em que não se entende o critério da produção do filme que chega a fugir tanto ao jogo que em comum só possuem mesmo o título. Conheçam uma lista daqueles que considero serem as piores adaptações cinematográficas de jogos de sucesso.

Lara Croft: Tomb Raider – The Cradle of Life

É discutível se Angelina Jolie tinha os… atributos… necessários para tomar o papel de Lara Croft. Até nem foi muito mau o primeiro, mas neste segundo filme (de dois, felizmente) acontece um autêntico circo. Depois de andar à pancada com uns monges Shaolin, Lara resolve juntar-se aos serviços secretos britânicos (MI6) para encontrar a Caixa de Pandora e travar um cientista vencedor de um prémio Nobel que se tornou terrorista… Se ainda não estão confusos, pensem que Lara está no Casaquistão e usa a parabólica de uma família que estava a ver desenhos animados para comunicar com o MI6… não chega? Tomem lá pelo meio há um tubarão que gargareja… enfim…

Doom

Um clássico. Um dos pais dos modernos First Person Shooters. Definiu um género. Também deu nome a um dos piores filmes da era moderna. Não sei bem qual foi a pancada de usar o ex-wrestler “The Rock” numa boa quantidade de filmes de acção há uns anos. Maus actores à parte, o que é pior neste filme nem são os efeitos especiais que alguém fez na cave da casa dos pais, ou o protagonismo exagerado dos Marines, o pior de tudo é mesmo o enredo. É normal que o jogo não desse grande margem aos argumentistas, mas ao invés de abordar o tema da moral ou a luta do bem e do mal de um ponto de vista religioso ou metafísico, nada como recorrer à ciência. Então não é que alguém descobre que nascemos com um gene que nos faz boas ou más pessoas? Curioso… será que tem cura?

Resident Evil

Enfiem lá a Mila Jovovich com a Michele Rodrigues, com planos de imagem duvidosos, com vagas referências à Umbrella Corporation e aos dois primeiros jogos e facturem. Era bom se fosse assim tão fácil. Resident Evil há-de ser uma daquelas séries de culto incontornáveis do género “survival horror” com zombies. Qualquer um dos filmes desta série (porque um só não chegava) foi um fiasco de opinião e, sobretudo, de bilheteiras. Apesar do enredo dos jogos não ser muito vasto, a adaptação para filme tinha ali muito sumo para espremer, mas falhou, porque ignorou muito do lore da série. Tem uma cena inesquecível que é o corredor com laseres que foi criada por George Romero (pai do género zombie) antes de ser despedido pela Capcom. Depois de verem essa cena tirem o filme do leitor.

Max Payne

Que há de mal neste filme? Mark Wahlberg, por exemplo. E tudo o resto… Em vez de termos um film noir policial com um enredo sólido e cheio de twists, que o próprio jogo original faz questão de ser, temos um filme sobre estupefacientes que dão alucinações de ver monstrinhos com asas. Pior é que só mesmo a obcessão de Max em descobrir a identidade dos assassinos da sua família nos parece semelhante aos jogos com o mesmo nome, tudo o resto é uma descolagem completa dos videojogos. Wahlberg nem tentou sequer interpretar Max de acordo com o jogo, criando um rufia baixote com uma pistola.

Hitman

Quando se desperdiça a oportunidade de contar a história de um dos assassinos mais carismáticos da história dos videojogos, ficamos com a sensação que Hollywood não quer ser levada a sério. O Agente 47 dos videojogos é uma perigosa máquina assassina, tornada cachorrinho pachorrento e apaixonado neste filme. Apesar de considerar Timothy Olyphant um excelente actor, mesmo de cabeça rapada, o casting foi ligeiramente ao lado. Como aliás é o enredo todo que até dá lugar a algumas imprecisões. Felizmente a sequela programada foi cancelada dado a enorme vaia da comunidade, sobretudo dos fãs da série de videojogos.

Street Fighter

Jean Paul Van Damme como Guile. Tudo dito! Desde o aspecto ao sotaque, nada funciona. Mais? Kylie Minogue (sim, a cantora) como Cammy foi uma boa cunha. O facto de Ken (que nem sequer é loiro) e Ryu serem dois parolos de segundo plano, quando toda a gente sabe que são os principais protagonistas da série. A favor, só mesmo Raúl Juliá como General Bison, mas não chega. Todas as cenas de acção estão mal coreografadas, uma boa parte das personagens estão caricaturadas demais (Zangief é um parolo desmiolado, por exemplo), num péssimo enredo. Querem mais? Experimentem um Dhalsim que nem chega a lutar, um Blanka que parece um daqueles trolls porta-chaves dos anos 90 ou ainda um Honda operador de câmara…

Mortal Kombat: Anihilation

O jogo de luta rival de Street Fighter, também teve direito a umas aberrações cinematográfica. Na verdade teve três. Nem sei qual o pior Mortal Kombat no cinema, talvez o primeiro não fosse mau de todo, se não nos quisermos lembrar da péssima performance de… todos! Até mesmo Christopher Lambert (Highlander) é um Rayden aparvalhado. Mas o terceiro é qualquer coisa de espantoso. Os esquemas de combates esquecem a premissa: Pessoal, é um torneio COMBATE MORTAL! As pessoas tem de morrer e não voltar nas sequelas. E não queremos saber de paixões amorosas ou relações familiares para nada. Para os fãs, só mesmo uma quantidade gigante de personagens com péssimos castings e um Shao Khan com a inteligência de um puto de 4 anos.

Super Mario Bros.

Sabiam que existia? Com Bob Hoskins no papel de Mario, John Leguizamo como Luigi e Dennis Hopper como King Koopa, o casting nem é mau de todo. O problema é que adaptar para cinema um videojogo de plataformas com um enredo acéfalo (o herói é um canalizador, só aí já temos meia piada) é uma tarefa complexa. Mesmo assim, a produção fez um esforço tremendo de dar uma história a isto, falhando redondamente na sua vontade. Super Mario deve ser uma das sagas de videojogos mais famosas do mundo e era impossível escapar à crítica. Mas, humanizar Koopa como um fulano excêntrico que descende dos dinossauros, ainda hoje, me parece remoto demais. E ainda estou a sobreviver daquele aperto de mão entre os irmãos Mario…

Há mais? Há, claro que há. Ficaram de fora algumas aberrações como Double Dragon, Dungeon Siege ou Wing Commander que descobri recentemente. Por serem tão maus, nem perdi tempo a vê-los. Os que listei, no entanto, vi e arrependo-me, sobretudo porque alguns títulos pertencem à minha lista pessoal de jogos favoritos. Faz-nos querer que Hollywood fique longe dos videojogos. E vocês? Conhecem algum jogo que tenha sido mal adaptado para filme que não esteja nesta lista? Refilem nos comentários!

Os Jogos de 2013 que não podes perder

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Este foi um ano em cheio, repleto de grandes e bons jogos. Por isso, não podíamos terminar o ano sem vos falar daqueles que consideramos os melhores jogos que nos passaram pelas mãos, e consolas, nos últimos 12 meses. Como a nossa equipa tem um gosto muito variado (são uns chatos, é o que é), não nos entendemos, não chegando a qualquer acordo democrático sobre qual seria o melhor do ano 2013. Após incessante discussão, decidimos apresentar-vos aqui aqueles que foram, individualmente, os 5 melhores jogos de 2013 para cada um dos redactores. Deixamo-vos ainda a hipótese de verificarem se os nossos gostos permaneceram inalterados desde Junho, quando discutimos quais eram os melhores jogos até a data.

Os Exclusivos PS3 que deves jogar antes que a PS4 chegue

Com a chegada da Playstation 4 no final deste mês, a redacção do WASD juntou-se e, após horas de incessante discussão, reuniu para vocês os dez jogos exclusivos da Playstation 3 que devem jogar antes que a próxima geração se instale e a actual passe a figurar nos cadernos de História dos Videojogos.

Com certeza que ninguém vai enterrar a Playstation 3 no quintal no dia 29 de Novembro mas, depois desta data, a tua consola vai perder muita da piada que tinha até então. Os novos gráficos, as novas funcionalidades, os novos exclusivos vão todos eles ser factores que terás em conta quando decidires que consola vais ligar quando chegas a casa do trabalho.

Não obstante e porque um mês ainda é muito tempo, aqui fica o top 10 dos exclusivos da PS3:

10 – Ni No Kuni: Wrath of the White Witch

“Ni No Kuni: Wrath of the White Witch está repleto daquela sensação nostálgica que todos os fãs dos RPG’s japoneses mereciam há já alguns anos. Se gostas do género e de todos os clichés que o acompanham faz um favor a ti próprio e não percas este jogo. Ni No Kuni não é perfeito mas mostra o futuro do género ou, pelo menos, o lugar de onde nunca deveria ter saído.” in Análise WASD

9 – Heavy Rain

Heavy Rain é um daqueles jogos que te agarra desde o momento inicial e, por muito que te esforces, não o consegues largar. Este jogo, que mais parece um filme, conta uma narrativa dramática que se modela consoante as tuas decisões e que se transforma numa experiência incrivelmente pessoal. Não jogar Heavy Rain devia ser considerado, num qualquer livro de mandamentos religiosos do jogador de Playstation 3, um pecado capital.

8 – Demon’s Souls

Em tempos idos, os jogos obrigavam os seus jogadores a aprimorar as técnicas se queriam completar os seus desafios e alcançar o objectivo final. Demon’s Souls trouxe de volta essa mística dos jogos antigos e convidou jogadores pelo mundo fora a entrar numa aventura difícil, sim, mas que recompensa pela qualidade do conteúdo que coloca à nossa disposição. Sobretudo nas boss fights de uma qualidade que só se voltou a ver novamente em Dark Souls, também da From Software.
https://www.youtube.com/watch?v=sVxeiLxVajc

7 – Little Big Planet

Little Big Planet é um daqueles jogos cujo sucesso estava, no seu lançamento, incrivelmente dependente da capacidade da comunidade em recriá-lo, usando e abusando das suas ferramentas. Felizmente para a Media Molecule, LBP foi um enorme sucesso e a comunidade abraçou o jogo e criou conteúdo como se não houvesse amanhã. LBP não é um jogo para todos mas se, porventura, tens um programador escondido dentro de ti e não tens tempo para aprender a linguagem C++, este poderá ser o jogo indicado para passares este último mês até ao lançamento da nova geração de consolas.

6 -Journey

“Para um jogo em que nenhuma palavra é escrita ou dita, para um jogo que nem o nome das personagens sabemos, nem de que planeta sequer se trata, é um título impressionante. Uma lufada de ar fresco nos clichés dos jogos modernos. Um convite a pensar e a apreciar. Não fosse a necessidade de pegar no comando e jogar mesmo, subir plataformas e chegar à tal montanha, bastava-nos relaxar e olhar para o jogo como um bom quadro vivo. É uma peça de arte, daquelas raras. E vale cada cêntimo na PSN.” in Análise WASD

5 – Killzone 2

A invasão do planeta Helghan, numa luta incessante contra a ditadura dos Helghast, fica na memória dos jogadores da Playstation 3 como um dos momentos mais marcantes da história da consola. Embora sem alcançar a glória a nível gráfico que todos esperávamos depois de ver o trailer CGI antes do lançamento, Killzone 2 não desapontou, é uma referência no género FPS e é um dos jogos que tens obrigatoriamente de passar antes do lançamento da Playstation 4 até porque com o seu lançamento chega mais um episódio da franchise: Killzone: Shadow Fall.
https://www.youtube.com/watch?v=OEOFvsOFhJM

4 – God of War 3

A raiva de Kratos contra aqueles que tentaram moldar o seu destino e deturpar-lhe a visão é incontrolável. A vingança de Kratos contra os deuses do Olimpo acontece em God of War 3 e ninguém o parará. Se jogaste aos dois primeiros jogos da saga este terceiro jogo é incontornável. Se não jogaste nenhum, não deixes mesmo assim de jogar a batalha final deste espartano contra o poder de Zeus, digna de uma epopeia clássica ao bom estilo de Homero.
https://www.youtube.com/watch?v=Hiieqlgbn2c

3 – Uncharted 2: Among Thieves

Uma aventura de deixar cair o queixo com sequências de acção fenomenais e com muito poucas falhas a apontar. O segundo capítulo da história de Nathan Drake, que graças a este jogo se tornou um ícone dos jogos de aventura, tem detalhes fantásticos e qualquer pessoa com uma PS3 tem de ter obrigatoriamente passado por este jogo e pela sua narrativa frenética. Uncharted 2: Among Thieves é uma das referências desta geração de consolas.
https://www.youtube.com/watch?v=GUPAyGWKd6c

2 – Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots

A capacidade de Hideo Kojima para criar narrativas complexamente cativantes ficou mais uma vez provada quando MGS4 foi lançado. A emoção que este jogo carregava só é suplantada pelas expectativas que os fãs da série tinham antes do seu lançamento. Kojima não desapontou e criou umas das experiências que mais enche as medidas a quem gosta de jogar um bom jogo sem descurar a pitada necessária de nostalgia que a série merece. Metal Gear Solid 4 é uma obra de mestre e, para todos aqueles que conhecem a história de Snake, é um jogo incontornável na PS3.

1 – The Last of Us

“The Last of us é um jogo com uma narrativa muito bem escrita, linguagem forte, violento e cruel. Asseguro-vos que toda esta jornada, que pode durar pelo menos 14 horas, não irá desapontar.
Mesmo quando pensei que iria acontecer algo, acabou por acontecer totalmente o oposto. Aviso já que tanto o início como o fim do jogo são um turbilhão de sentimentos. Um must-have para qualquer possuidor de PlayStation 3!” in Análise WASD

Se falhaste algum destes jogos ainda vais a tempo de experimentar. Se achas que falta algum exclusivo essencial da tua lista, deixa o teu comentário em baixo.

5 melhores jogos de 2013, até agora

No ano de lançamento da nova geração de consolas, a geração actual continua ainda a dar frutos e foi com esse pensamento que a equipa do WASD se juntou e reuniu aqueles que eram os seus 5 jogos favoritos da primeira metade de 2013.

Estes jogos desta velha geração que já dura há algum tempo podem vir a enfrentar uma concorrência desleal, mais para o fim do ano, face à potência e capacidades da nova geração. Também por isso, decidimos dar-lhes aqui uma oportunidade de brilharem neste ano marcante para os gamers.

Perguntámos a cada um dos membros da redacção do WASD qual era o seu top 5 e as respostas não podiam ser mais diferentes:

Thrustmaster

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