Bloodborne

[Passatempo Encerrado] Passatempo WASD 5 Anos – Semana PlayStation

Para celebrar o nosso 5º aniversário, vamos ter uma série de passatempos a decorrer nas próximas semanas. Nesta primeira semana, dedicamos o nosso passatempo à PlayStation. Não percas mais tempo, responde às perguntas e candidata-te a receber um dos jogos PlayStation 4 que temos para oferecer. 

PGW 2015 – Expansão de Bloodborne The Old Hunters recebe novo trailer

Será no dia 24 de Novembro que os jogadores de Bloodborne poderão jogar a expansão The Old Hunters. No entanto houve ainda espaço na apresentação da Sony na Paris Games Week, para um novo trailer.

Já tem nome e data de lançamento a primeira expansão de Bloodborne

Chama-se The Old Hunters e foi anunciada na apresentação da Sony no Tokyo Game Show. A primeira expansão de Bloodborne tem lançamento previsto para o dia 24 de Novembro. Isto digitalmente, uma vez que no dia 3 de Dezembro irá ficar também disponível uma edição em formato físico que irá conter o título original em conjunto com a expansão e aquele que parece ser um livro com ilustrações do jogo.

O trailer em baixo complementou o anúncio desta expansão e nele poderão ver algumas das novas armas, das quais o destaque vai para o arco. Os bosses também não ficaram de parte e apesar de alguns serem, logo à partida, familiares é de notar que estes confrontos vão trazer novas dinâmicas. No vídeo podem ver um bom leque deles em acção. 14,99€ será o preço desta nova expansão. Se ainda estão indecisos quanto à aquisição de Bloodborne, o título original, não deixem de visitar a nossa análise a este exclusivo para a PS4.

Fiquem então com o trailer de The Old Hunters:

Update 1.05 de Bloodborne foca-se em facilitar o encontro entre amigos!

É já na próxima semana, assim que terminar o período de manutenção, que Bloodborne recebe o update 1.05. Além de corrigir os tradicionais bugs, esta actualização vai focar-se principalmente em melhorar o sistema de cooperação entre os jogadores. Se até agora têm sofrido grandes dificuldades em juntarem-se aos vossos amigos, seja pela aleatoriedade do mundo em que entramos ou pela diferença de níveis, preparem-se para grandes mudanças.

Por isso a partir da próxima actualização, contem com o seguinte:

-Se um jogador utilizar o Beckoning Bell ou o Small Resonant Bell em conjunto com uma password, será claramente indicado que está a ser utilizada uma password.
-Se a diferença de níveis for muito grande entre o hospedeiro e o convidado, ao ser utilizada a password haverá um ajuste do nível do convidado para o do hospedeiro.
-Correcção de bugs e melhorias em relação ao encontro entre jogadores.

A promessa dos produtores é que vão continuar a apostar em melhorar a experiência de jogo!

Spotify na PS4: Um passo na direcção certa

Foi há bem pouco tempo, com a mais recente actualização da PS4 e PS3, que chegou aos jogadores das consolas da Sony a oportunidade de jogar e ouvir a música que quiserem, quando quiserem. O facto é que, por vezes, por muito boa que seja a banda sonora, por vários motivos queremos ouvir outra coisa, mas sem deixar de jogar para o fazer. Claro que isto no PC não é uma realidade e existem mil e uma formas de resolver esta questão mas a chegada do Spotify às consolas da Sony é, pelo menos para mim, um grande “finalmente” e um enorme passo na direcção certa.

Naquele que foi um dos seus primeiros artigos no WASD, senão mesmo o seu primeiro artigo de opinião, não me recordo agora, o nosso Miguel Guerra partilhou connosco o papel da Música nos Jogos e dos Jogos na Música. Claro que não poderia estar mais de acordo com o que foi dito e esta novidade vem bem ao encontro desta linha de pensamento. Quantas vezes não quis eu jogar a um título de Dragon Ball nas consolas ao som da banda sonora da série Anime? E se quiser jogar DriveClub ao som de Prodigy? E em Bloodborne

Na PS3 podemos apenas ouvir a música que o Spotify tem para oferecer, como tal foi a jogar Bloodborne para a PS4 que decidi experimentar esta aplicação. Estava preso no Boss (surpresa das surpresas num título da FromSoftware, certo?) final do jogo e por muito que todo este confronto seja aliciante, que é, não pude deixar de me frustrar com o constante interromper do desenvolver da música. Provocado claro pelas minhas várias mortes. “Olha, vou experimentar o Spotify”. Pede-me para tirar o jogo. “Tudo bem, eu tiro.” Fiz login, e apercebo-me de que os menus são pouco intuitivos e que a biblioteca na consola é pouco vasta. Ou isso ou então é demasiado confusa para que possamos descobrir da melhor forma o que queremos ouvir (a tão chamada “Falta de tacto ou aversão à mudança). O meu smartphone, que estava a rodar o Spotify com música para adormecer o meu recém-chegado rebento, reage ao ver outro Spotify ligado só que numa PS4 e pergunta-me se quero associar a conta. Claro que quero. No telemóvel regresso então aos tradicionais menus desta aplicação e à biblioteca que tão bem sei percorrer. Aproveito para informar que, para além dos smartphones, também podem controlar remotamente o Spotify da vossa consola através do vosso PC ou Tablet.

Rapidamente tudo ficou diferente. Com os sons de diálogo e de efeitos sobrepostos à música, bastaram umas pequenas nuances, aqui e ali, nas definições de som do jogo, para que tudo ficasse perfeito. Acedi a uma das listas que abrange vários dos temas mais emblemáticos da industria dos videojogos e rapidamente Bloodborne, bem como a luta na qual estava preso, atingiram proporções… Ora umas mais épicas, outras mais divertidas e outras sem qualquer sentido. Ele foi a abertura do Chrono Cross, ele foi a abertura do Skyrim, ele foi Shadow of the Colossus, ele foi Final Fantasy, ele foi The Legend of Zelda ele foi… a música de Tetris em jeitos de Ópera. Enfim… Várias entidades, nomes e compositores a trabalhar em conjunto, sem rivalidades, sem preconceitos, não para lucro mas única e simplesmente para o gáudio de um simples jogador que se tenta divertir ao som do melhor que têm para oferecer. Consegui matar o Boss? Não…  Mas que me tenho divertido à brava com isto, lá isso tenho.

Escusado será dizer que já experimentei com outros jogos e o resultado é igual. É pena agora, que o leque de músicas de algumas séries seja limitado ou inexistente no Spotify mas nada que o tempo não resolva. E vocês o que já estão a ouvir e a jogar ao quê?

 

Vencedores do Passatempo Bloodborne

O passatempo de Bloodborne consistia em enviarem-nos uma frase a explicar porque deveriam levar o jogo para casa e como podem calcular foi muito difícil para nós escolher 3 vencedores no meio de tantas participações. Recebemos poemas, frases e alguns testamentos para levarem o jogo para casa. Todas as participações foram muito criativas e algumas super divertidas, mas no final os grandes vencedores foram… 

Jogador termina Bloodborne em apenas 44 minutos

Se já chegaram ao fim de Bloodborne e se sentem orgulho do tempo que demoraram a fazê-lo, então fiquem sabendo que um jogador conseguiu essa proeza em apenas… 44 minutos. Como é que ele conseguiu? Com muita destreza aliada a um profundo conhecimento do mapa do jogo. Isto sem mencionar um bug no jogo que permite a duplicação de itens, como os que aumentam o nosso leque de Blood Echoes (a moeda do jogo que utilizamos para subir os nossos atributos e consequentemente evoluir) e um glitch que lhe permite aceder logo muito cedo a uma das zonas mais avançadas de Bloodborne. Vejam o vídeo do utilizador do twitch, Oginam_tv, em cima. Escusado será dizer que contém SPOILERS.

No entanto, parece que foi sol de pouca dura, parece que outro jogador conseguiu o incrível tempo de 35:26, podem ver tudo aqui.

[Encerrado] Passatempo: Bloodborne

Sentes-te preparado para o que Bloodborne tem preparado para ti?  Criaturas dignas dos teus piores pesadelos não te assustam? Achas que sabes tudo sobre este título? Então fica a saber que com o apoio da Playstation Portugal: Temos 3 jogos Bloodborne para oferecer. Descobre como ganhar em baixo e mostra-nos que é por tua causa que o Papão espreita sempre debaixo da cama antes de se ir deitar! 

Bloodborne recebe trailer de lançamento

Depois de uma série de novidades, recentemente reveladas para Bloodborne, chegou a vez do tão aguardado exclusivo para a PS4 receber o seu trailer de lançamento. Contem com novas imagens, no mínimo arrepiantes, e que facilmente irão mostrar como será toda a ambiência de Yharnam e que certamente irão deixar-vos com ainda mais vontade de pegar neste título.

Bloodborne está já a apenas duas semanas de distância, será lançado no dia 25 de Março.

Fonte: Pushsquare

Multiplayer de Bloodborne é alvo de novidades

Bloodborne, tal como já acontecia no Demon’s Souls e Dark Souls e como já tivemos a ocasião de experimentar, também permite a nossa interacção com outros jogadores, seja através de mensagens ou de meios mais… agressivos. O mais recente título da FromSoftware foi alvo de uma série de novidades, nomeadamente no que diz respeito às componentes mais cooperativas e competitivas.

Em Bloodborne podemos contar com a ajuda de mais dois jogadores com os quais podemos derrotar o Boss da área em questão incluindo os vários obstáculos que se colocam no caminho até lá chegar. Para isso um jogador terá de ser o hospedeiro da sessão e terá de tocar o sino chamado “Beckoning Bell”. Já os convidados terão de fazer tocar o “Small Resonant Bell”. Para que seja mais fácil encontrarem os vossos amigos podem estabelecer uma palavra-passe para a vossa sessão. Oferecam-na aos vossos amigos e podem encontrar-se com mais facilidade. Derrotem o boss e voltam para o vosso mundo e serão recompensados. No entanto, a vossa morte e a do hospedeiro da sessão faz também com que regressem ao vosso mundo, mas sem qualquer recompensa.

Continuando a nossa conversa sobre a cooperação, também as Chalice Dungeons são alvo de novidade. Já tínhamos falado sobre elas quando foram anunciadas mas chegaram agora mais algumas informações bem interessantes. Estas chegam em duas versões, a normal e a de natureza procedimental. Ambas podem ser jogadas tanto online como offline mas aqui só se já tiverem iniciado a vossa sessão pelo menos uma vez para que o respectivo Download tenha sido efectuado. Esta componente pode também ser alvo de partilha! Gostaram da última Chalice Dungeon que completaram? Foi extremamente difícil e querem partilhar o desafio com a comunidade? Então façam-no porque as Chalice Dungeons podem ser partilhadas. Claro que consequentemente podem também fazer Download das de outros jogadores. Sozinhos ou acompanhados, o facto é que a repetição promete não constar no vocabulário de Bloodborne.

A FromSoftware não se esqueceu também dos jogadores mais competitivos e por isso fiquem descansados que o PVP está ainda presente. Estes encontros serão na sua maioria provocados pelos convidados e não pelo hospedeiro. Podemos sofrer invasões de um máximo de 2 jogadores em simultâneo e só poderão ocorrer em áreas onde esteja presente uma mulher com um sino. Ela aparece quando um potencial hospedeiro invoca uma mulher com um sino tocando o “Sinister Resonant Bell” ou quando inicia uma sessão com outros aliados. Aqueles que tocarem o “Sinister Resonant Bell” com o intuito de invadir o mundo de outro jogador terão à sua espera uma recompensa caso o consigam derrotar. Caso falhem a vossa invasão, o vosso alvo consiga escapar e derrotar o boss da área, ou caso sejam forçados a voltar para o vosso mundo, não ganham recompensa alguma.

Além disso tal como já acontecia nos títulos anteriores da FromSoftware, será também possível deixar mensagens que podem ser lidas por outros jogadores. Como sempre estas surgem na forma de dicas, armadilhas e até piadas, podem ser avaliadas por nós e caso consigam uma boa votação têm uma maior duração e serão vistas por um ainda maior número de jogadores. De regresso também está a possibilidade de ver como ocorreu a morte de outros jogadores, só que agora em vez de Bloodstains (poças de sangue) vamos encontrar túmulos e voltam também os vultos de outros jogadores. Estes vultos representam uma breve transmissão quase em directo de outros jogadores que estejam a atravessar a mesma área que vocês.

O lançamento de Bloodborne está para muito breve, dia 25 de Março. Até agora continua a prometer e de que maneira, na redacção ainda não conseguimos parar de falar sobre este exclusivo para a Playstation 4. Nós cá estaremos para partilhar convosco as nossas impressões!

Conhece a banda sonora que te vai acompanhar em Bloodborne

Depois das fases Alpha de Bloodborne e de gradualmente ter sido revelado algum do conteúdo que podemos esperar neste título, nomeadamente as Chalice Dungeons, podemos agora assistir aos bastidores da incrível banda sonora que nos acompanhará durante toda a aventura.

Se não estás a par, Bloodborne é o próximo título de Hidetaka Miyazaki e da FromSoftware, responsáveis pelos tão aclamados RPGs Demon’s Souls, Dark Souls e Dark Souls 2. Será ao som de algumas das músicas apresentadas no vídeo em cima que se irão aventurar na cidade de Yharnam. O perigo está sempre à espreita e pode até chegar na forma de um outro jogador invasor. todo o cuidado será pouco e se queremos sobreviver, temos de descobrir os vários segredos que se escondem nesta cidade condenada.

“Bloodborne é um exclusivo para a PlayStation 4 e chega a Portugal a 25 de março. A reserva de qualquer uma das três edições disponíveis de Bloodborne dá direito a uma t-shirt exclusiva!” Podes saber tudo aqui!

Novo vídeo de Bloodborne explica o que são as Chalice Dungeons

Depois dos testes Alpha, Bloodborne volta para nos assombrar com um novo vídeo. Publicado pela Sony, regressamos novamente a Yharnam. Mais concretamente este video vem explicar-nos uma componente bem interessante deste título: As Chalice Dungeons. Mas o que são? Se assistirem ao vídeo, vão reparar que se tratam de Dungeons no subterrâneo da cidade de Yharnam, mas com uma característica bastante especial. Nenhuma delas é igual, ou por outras palavras “a minha Chalice Dungeon não será igual à tua”. Quer-se com isto voltar às origens de Demon’s Souls, onde tudo era rumores, tudo eram boatos que a comunidade partilhava entre si, sobre este ou aquele encontro.com áreas que surgem aleatoriamente a repetição é algo que os produtores querem combater e com este sistema parece que estão perto de o conseguir.

O primeiro título da série Souls foi também mencionado vezes sem conta. Aliás foi afirmado que o sentimento de gratificação oferecido por Bloodborne poderá até suplantar o que podíamos encontrar em Demon’s Souls. Quanto a vocês não sei, mas para nós no WASD Março não podia estar mais longe.

Lisboa Games Week – As novidades

As maiores feiras internacionais já nos habituaram a trazer as últimas novidades do mundo dos videojogos. Os visitantes são normalmente brindados com trailers, demos, novos periféricos nunca antes experimentados e têm até, por vezes, a oportunidade de conhecer os próprios programadores dos jogos.

No entanto, por terras nacionais, nunca antes uma feira de videojogos tinha trazido tantas novidades e se aproximou tanto do panorama internacional como aconteceu com a feira do passado fim-de-semana. Vejam em baixo o nosso destaque para as maiores novidades da Lisboa Games Week

Bloodborne adiado para Março do próximo ano

Agradecendo todo o feedback oferecido pela comunidade em relação ao seu novo projecto, é esta a triste notícia que a FromSoftware traz aos fãs que tanto aguardam a chegada de Bloodborne.

Mas nem tudo é mau, basicamente o que isto representa é o empenho em trazer aos jogadores uma experiência de qualidade. A meu ver, antes sair tarde mas bem do que sair cedo demais e cheio de problemas.

Desta forma, será no dia 25 de Março de 2015 que este exclusivo para a PS4 ficará disponível para nós. Mas antes disso fica a promessa que, já no início de Dezembro deste ano, vamos poder contar com mais novidades sobre Bloodborne. Aguardemos então, nós cá estaremos para comentá-las convosco!

Fonte: Playstation.Blog

Rescaldo do Alpha de Bloodborne

No Domingo passado teve lugar o terceiro e último teste Alpha de Bloodborne, o tão aguardado título da FromSoftware, responsável pela série Souls. Nós, como é evidente, estivemos por lá e vamos aqui deixar as nossas impressões.

Infelizmente não vamos poder entrar em grandes detalhes mas não se preocupem. Mais do que tudo, estes testes Alpha serviram para comprovar o que até então tinha sido revelado sobre Bloodborne, nomeadamente o aspecto visual e mais importante ainda (pelo menos nos títulos da FromSoftware) a jogabilidade.

Há muito que Hidetaka Miyazaki (director da From Software) tinha um sonho. Desenvolver um título situado algures na era Vitoriana. Finalmente esse sonho pôde tornar-se realidade e como tal a acção deste exclusivo para a PS4 tem lugar na cidade de Yharnam, onde reinam os estilos gótico e vitoriano. Nesta cidade diz-se que há uma cura para todos os males, cura essa que por muitos tem sido, em vão, procurada. O nosso personagem, como já devem calcular, tem como missão encontrá-la. Só que depressa se apercebe que Yharnam está amaldiçoada por uma misteriosa doença que transformou os seus habitantes em criaturas dignas dos nossos piores pesadelos.

Visualmente, este é um título que não vai desiludir, mas não posso deixar de mencionar que me deparei com algumas quebras de frames. Talvez por ser apenas um Alpha? Talvez. Percorrendo as ruas de Yharnam, não pude deixar de soltar algo como “Epá, nada mau, mesmo!” Mas, ou não fosse este um título da FromSoftware, não pude também deixar de reparar em todo o ambiente que me rodeava e que insistia em conduzir-me para a minha morte.

No que diz respeito à jogabilidade, é aqui que Bloodborne mais se mostra diferente da série Souls. Ou não fosse eu uma criatura de hábitos, assim que comecei a jogar carreguei logo no L1, para assumir uma posição defensiva. Tal como fazia no Demon’s e Dark Souls. Só que, longe de assumir a desejada posição defensiva, reparei que a minha arma esticou, o que mudou a sua forma de manobrar, aqui já com o tradicional R1. Carreguei no R2 e vi que este continua a ser o botão para executar golpes mais poderosos. Comecei a sentir-me mais ou menos em casa. Carreguei no L2 para ver se existe alguma forma de executar um Parry, e mais uma vez me surpreendi ao disparar uma pistola. “Estou tramado”, pensei.

Não havendo forma de me defender, a jogabilidade obrigou-me a assumir uma posição mais ofensiva. Mais uma vez, por ser uma criatura de hábitos, não pude deixar de sorrir a este novo desafio da FromSoftware que nos obriga a ser mais destemidos, em vez de nos fazer passar horas (por muito bem passadas que sejam) atrás de um escudo. Continuamos a poder rebolar ao carregar no Círculo mas, além disso e se for bem calculado, com o mesmo botão podemos projectar-nos na direcção desejada e flanquear o inimigo atacante.

A fluidez de movimentos funciona de forma exemplar e saber alternar entre as armas que temos equipadas promete mostrar-se crucial. Estas são várias, temos desde enormes martelos de duas mãos, a machados, espadas e adagas. Além disso vamos ter também para nos ajudar ou uma pistola ou uma espingarda. O facto de agora assumirmos uma posição mais ofensiva torna também a experiência ainda mais aliciante. Ou tudo ou nada, ou vai ou racha, ou fica ele de pé ou fico eu. Por norma prevaleceu o nada, rachou mesmo e ficou ele (e os outros) de pé mas percebem o que quero dizer, certo? A calma e o sangue frio vão mais uma vez mostrar-se cruciais. Além disso, não deixou de ser gratificante reparar que percorri em minutos o mesmo cenário onde antes demorava quase uma hora a fazê-lo.

Mas também a componente social não podia deixar de estar presente. Deixar e ler mensagens é ainda possível, bem como assistir à morte de outros jogadores. Além disso, também a forma de convidar e ajudar outros jogadores sofreu algumas alterações. Ao nosso dispor, pelo menos neste Alpha, tinhamos dois sinos, um grande e um pequeno. Apesar de já estarem disponíveis, as minhas suspeitas são que estes vão ter de ser adquiridos no jogo normal. Com o sino grande o nosso mundo fica disponível para que outro jogador nos venha ajudar. É aqui que entra o sino pequeno que ao ser tocado, pouco tempo depois nos transporta para outro mundo onde tenha sido tocado um sino grande. Tentei jogar com um amigo mas apenas consegui convidar e entrar no mundo de desconhecidos. Parece algo aleatório mas, talvez este aspecto venha ainda a ser corrigido.

Veredicto do que sabemos até agora

Bloodborne promete e muito. Com uma jogabilidade diferente que segue o lema “A melhor defesa é o ataque”, a experiência foi aliciante. No entanto não pude deixar de reparar em algumas quebras de Frames, sobretudo no terceiro Alpha. Chegámos à boss fight e depois da décima tentativa, foi à primeira que superámos este intenso combate. Quanto a este encontro, posso apenas aconselhar-vos a guardar itens de cura e projecteis, pois podem fazer uma enorme diferença. Mas mais palavras para quê, Bloodborne, como disse, promete muito mas agora tem de cumprir.

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