Vencedores do Passatempo Bloodborne

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O passatempo de Bloodborne consistia em enviarem-nos uma frase a explicar porque deveriam levar o jogo para casa e como podem calcular foi muito difícil para nós escolher 3 vencedores no meio de tantas participações. Recebemos poemas, frases e alguns testamentos para levarem o jogo para casa. Todas as participações foram muito criativas e algumas super divertidas, mas no final os grandes vencedores foram… 

Antes de mais, vamos só esclarecer as respostas que deviam ser dadas. Infelizmente, nem toda a gente acertou às perguntas feitas. Até nem era difícil, já que uma leitura atenta à nossa análise do jogo, tinha dado todas as respostas:

Quem realizou Bloodborne?

Resposta – Apesar de ser um título da FromSoftware, a grande mente por detrás de Bloodborne é o Hidetaka Miyazaki.

Qual é o nome da cidade onde decorre a acção deste título?

Resposta – É na cidade de Yharnam que decorre o jogo. Diz-se que lá existe um remédio milagroso. Tal como o nosso caçador, muitos tentaram encontrá-lo para curar a praga que assombra esta cidade.

Como se chama o sino que precisamos de tocar para que possamos invadir o mundo de outro jogador?

Resposta – O sino que nos permite invadir o mundo de outros jogadores é, nada mais nada menos, do que o Sinister Resonant Bell.

E depois vieram as pequenas composições que desempataram as centenas de participações que tivemos. Fomos colocando de lado as mais criativas para uma discussão que fez com que demorássemos mais tempo a escolher.

Antes de mais, parabéns a todos os participantes. Os vencedores são:

O David Soleiro, de Cantanhede trouxe-nos uma autêntica obra literária em que falou de “cheiro acre de pecados e pesadelos” de Yharnam e de como a sua busca era pela cura “não de uma doença, mas da virtude humana”. És mesmo um Caçador, David. Mereces mesmo o prémio.

Enveredando pela comédia, Gonçalo Antunes da Charneca da Caparica, diz que já tem “uma funerária, um padre e um coveiro” para preparar o enterro num “terreno bem grande” para todos os monstros e dementes… ou para o protagonista. Que não te falte nada, toma o jogo!

Por fim, António Pinto Duarte de Lisboa diz que adora atmosferas sombrias, como os contos de terror de Bram Stoker. De facto os teus pais “deviam ter tido mais cuidado com o que lias”. Pode mesmo ser que esta seja essa tua “terapia para uma criança atormentada” de que falas.

Fiquem atentos a mais passatempos do WASD, o próximo será um bastante apetecível! Mais uma vez, obrigado aos participantes, aos vencedores e aos que partilharam o passatempo. Agora vamos regressar Yharnam, temos algumas contas a ajustar.