Novidades (e problemas) na nova era de Call of Duty: Modern Warfare II

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Se estiveram atentos, ontem foi dia de estreias em Call of Duty: Modern Warfare II. Não só recebemos o modo Call of Duty: Warzone 2.0 como arrancou a primeira temporada de conteúdo online do jogo-base.

Convenhamos que, com tanta popularidade, as coisas estavam destinadas a não correr muito bem. Muitos dos que se tentaram juntar nas primeiras horas no PC via Battle.net (e não só), viram os servidores a não responder ou francamente lentos a descarregar a grande actualização do dia ou o próprio Warzone 2.0.

Mesmo quem conseguiu ainda jogar, queixou-se de falta dos seus itens da dispendiosa edição Vault, ou então que o matchmaking estava muito longo, havendo ainda queixas de ping elevado nas sessões e muitas outras questões de lentidão geral. Foi um lançamento tremido de um jogo muito popular e, por isso, com muitos queixosos.

Entretanto, as coisas foram estabilizando e os jogadores foram descobrindo as novidades do novo modo e da primeira temporada. Os que esperavam uma transformação profunda do confuso menu, viram apenas alguns ajustes. Também o novo sistema de progressão online é algo confuso para a maioria. Mas, por outro lado, temos novamente de volta as estatisticas, há mais coisas para desbloquear e… mais coisas para enervar.

Como seria de esperar, houve balanceamento variado para várias armas. Algumas mais populares, como por exemplo as “destruidoras” Kastov 74u e Kastov 545, levaram uma ligeira redução de efectividade, neste caso na velocidade de mira e maior amplitude na efectividade tiro sem mira no modelo 74u. Na maioria, estes “nerfs” são subtis mas é bom que se habituem ao novo “feeling”.

Outras armas receberam o merecido “buff”, com destaque para a M16 a merecer atenção. Até agora, de longe, a pior arma em jogo, tem agora uma nova chance com um rácio de tiro maior e uma amplitude reduzida no tiro sem mira. Também outra odiada, a FTAC Recon levou umas mexidas para melhorar a velocidade de mira e no efeito de supressão.

Mas, não, a infame SP-R 208 continua a mesma arma brutal que mata com um só tiro no torso a qualquer distância. A única coisa que a IW fez foi dar mais efeito de supressão em quem dispara. Enfim, não nos veremos livres desta arma tão cedo. E as caçadeiras? Pequenos ajustes, terão de viver com elas por mais algum tempo neste estado “OP”.

Noutros lados, vários bugs foram corrigidos e uns quantos exploits foram anulados, removendo (apenas algumas) “manhas” possíveis, como um tristemente popular exploit com drop-shots. Nos veículos, vários ajustes e correcções de erros, com destaque para os tanques, menos poderosos mas mais resistentes ao dano. Ah! E já é possível usar novamente os bipés em armas que os tenham equipados.

Todas estas e outras novidades estão listadas no blogue oficial. Um pequeno resumo do que há de novo no Battle Pass está neste artigo e o que Warzone 2.0 traz de novo está neste outro artigo. E, já agora, reservem uns minutos para lerem a nossa análise ao jogo.