Battlefield 5 pode não ser o que esperam

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Para já, tudo não passa de um rumor que surgiu online. Uma classificação e descrição de uma loja para o jogo Battlefield 5 deixou muitas pessoas apreensivas. Pode não ser realidade, de facto. Muitas vezes, porém, essas listagens de lojas acabam por revelar o destino real dos títulos.

Como o jogo já está em produção e deverá ser anunciado ainda este ano, uma loja Suiça chamada World of Games criou a página relativa a Battlefield 5. Ainda sem imagem e com um preço genérico indicado, esta página parece ter sido criada de forma aleatória. Mas o texto usado na descrição deixou sites como o Neogaf em alvoroço. A ser verdade, a série Battlefield prepara-se para um salto no tempo sem precedentes.

De acordo com a descrição que podem ver na captura de ecrã em cima, o próximo jogo será um “shooter táctico multi-jogador”. Até aqui, tudo bem. Todos os Battlefields tiveram o foco na acção online, mesmo com aventuras com resultados menos positivos em carreiras a solo. Agora, que o site afirma (a descrição foi entretanto editada) que o jogo é passado durante a Primeira Guerra Mundial, é que apanhou todos de surpresa.

De facto, há jogos interessantes neste período. Por exemplo, Verdun é um jogo Indie de acção na primeira pessoa passado nesta fase histórica com relativo sucesso na plataforma Steam. Pode até haver mercado para este período histórico, mas será um tema interessante para Battlefield? Se tivermos em conta que os jogos mais recentes são sobre temas modernos (BF3 ou BF4) ou até futuristas (BF 2145), o que faria a DICE em 1914? Sim, já tivemos a Segunda Guerra Mundial ou a Guerra do Vietnam como tema, mas este potencial novo período parece muito distante do que a série nos tem habituado.

Se for tudo verdade o que está aqui listado, Battlefield 5 tem uma data de lançamento para 26 de Outubro deste ano para PlayStation 4, Xbox One e PC. Mas também pode ser tudo um puro engano e a loja Suiça meteu um texto qualquer e criou este rumor de forma inocente ou puramente intencional. Afinal, publicidade nunca é má, certo?

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