Ainda por lançar, Star Citizen: Squadron 42 já tem planos para sequelas

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Mesmo que quiséssemos dar boas notícias sobre Star Citizen ou sobre o seu modo de carreira a solo Squadron 42, surgem estas outras revelações, que embora ambiciosas, são também hábeis a surpreender pela negativa.

Recordamos que este é um projecto que já angariou mais de 400 milhões de dólares em donativos, sem nunca apresentar um jogo finalizado a quem contribuiu em quase 10 anos de vida. O plano é lançar este MMORPG com um modo de carreira a solo chamado de Squadron 42 como complemento. Várias vezes a produção mudou o rumo às coisas, às vezes gerando insatisfação e muitas defesas públicas (leia-se “birras”) do seu mentor Chris Roberts. Mas, cá anda.

Embora a produção tenha dito recentemente que Squadron 42 está muito longe de chegar aos que o esperam há tanto tempo, há ainda imensa expectativa em volta deste projecto, nem que seja pela sua ambição e casting invejável de actores. Sempre igual a si mesmo, Roberts até já disse que a campanha “ficará pronta, quando ficar pronta“, uma observação tão críptica, como insensível perante os milhões já doados para o seu bolso.

Pois bem, saibam que não apenas estão em projecto o jogo boase, Star Citizen, um MMO sci-fi espacial e a sua campanha a solo Squadron 42. Ao que parece, há várias “sequelas” planeadas para a série. E Chris Roberts estará prestes a dar andamento a tudo isto nos próximos meses.

Recentemente, a Cloud Imperium foi alvo de uma reportagem da revista MCV Develop. À conversa com um dos responsáveis por S42, Carl Jones, foram revelados vários detalhes da produção inclusive a produção “da sequela e de sequelas para Squadron 42”. O que é um tanto ou quanto cómico ouvir, sabendo que em 9 anos de produção de 400 milhões de dólares depois, nada foi ainda lançado.

Curiosamente, apesar da CI sempre evitar dar datas ou previsões de lançamento para SC ou para S42, Jones lá se descai a prever faltarem “uns 2 anos” para que a campanha seja finalizada. O que não devem ser nada boas notícias para os fãs que esperavam que este ano tivessem algo para jogar. Aliás, Jones dá a entender que talvez nunca joguemos uma versão final disto, já que afirma que a ideia é continuar a expandir a oferta, dando a entender um “jogo como serviço”… enfim…