Desafio Gamer 250 Dias: Dia 14 – Dungeon Keeper

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Dia 14 – Um game que te traga memórias boas

Dungeon Keeper é um dos jogos que me trás boas memórias, um excelente jogo de estratégia onde as nossas acções se baseiam em praticar o mal. Joguei até ao seu final e só um nível podia demorar até 6 horas para concluir, como aconteceu várias vezes. Dungeon Keeper era diferente dos outros jogos de estratégia da altura. Havia, por exemplo, a possibilidade de esbofetear as nossas criaturas caso se comportasem mal! 

Dungeon Keeper saiu em 1997 pelas mãos da antiga Bullfrog Productions, liderada pelo Peter Molyneux, criador de Fable e Black & White. Neste jogo criamos a nossa masmorra, cuidamos de criaturas maléficas e evitamos ao máximo que os “heróis” a invadam, hérois esses que são humanos controlados pelo computador. As masmorras são subterrâneas e o jogo é visto na prespectiva isométrica. No início de cada nível começamos apenas com o nosso “Dungeon Heart”, que temos de defender ao máximo para nos mantermos vivos. Para criar novas áreas como sala do tesouro, galinheiro (para alimentar as criaturas), sala de treino e os dormitórios, recorremos aos Imps, pequenos seres responsáveis pelo trabalho pesado como escavar e carregar materiais, tudo sob as nossas ordens e caso não obedeçam levam uma “chapada”!

À medida que vamos criando as salas, várias criaturas vão surgindo na masmorra através do Dungeon Heart e se obedecermos a determinadas regras na construção, surgem outros tipos. Por exemplo, se criarmos o dormitório ao lado de lava a probalidade de aparecem dragões é bastante elevada, se fizermos uma sala de treino bastante grande aparecem criaturas que adoram treinar e combater os humanos.
Todas estas as criaturas podem ser evoluídas ao treinarem, desde que se mantenham “saudáveis”, querendo com isto dizer que precisam também de comer e dormir.
Cada criatura possui uma afinidade com outras criaturas, vejamos o exemplo da aranha, caso possuam uma aranha e uma mosca é bastante provável que ambas combatam na nossa masmorra quando se cruzam. Com o tempo vamos percebendo quais são amigas e quais são inimigas.
Ao longo dos níveis vão surgindo outros tipos de salas e por consequência novas criaturas. Ao construir a biblioteca chegam os feiticeiros, com a sala de tortura chegam as mistress, uma mulher vestida de cabedal preto e equipada com um chicote, para castigar as criaturas.

Em 1998, chegou o segundo jogo com melhores gráficos mas com a mesmo objectivo, proteger a nossa masmorra e cuidar das nosas criaturas, mas Dungeon Keeper 2 tinha uma particularidade que gostei bastante, era possível “possuir” as nossas criaturas para ver e explorar a nossa masmorra em primeira pessoa. Bullfrog ainda começou a desenvolver o terceiro título, mas passado pouco tempo anunciaram o seu cancelamento e até hoje espero que saia o Dungeon Keeper 3.
E vocês, já conheciam o Dungeon Keeper?

https://www.youtube.com/watch?v=aMIq4H3sMUY

Se não perceberam o desafio leiam aqui a explicação.