Projecto Orion


Aliando os nossos conhecimentos de Hardware e Software com a vontade de ter uma plataforma de ensaios e testes de qualidade, montámos um computador para videojogos.

Mantendo um orçamento equilibrado e com apoios das melhores marcas, fizemos nascer o Orion, o primeiro computador WASD.

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Especificações

Especificações

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Cooler Master Nepton 240M
Intel Core i7-4960X Extreme LGA 2011
ASUS Strix GeForce GTX 980
Motherboard ASUS P9X79
HyperX 32GB DDR3
SSD HyperX 120GB
Cooler Master V1000

A força de um todo é proporcional à importância dos seus componentes. E essa realidade é evidente no nosso Orion. Vejam as peças que o compõem em detalhe.

Esta montagem tinha como objectivo instalar as melhores opções do mercado, sem optar pelas soluções mais dispendiosas, além dos apoios das marcas patrocinadoras.

Abre a tampa da torre e conhece o hardware em detalhe.

Análise

A construção de um computador para jogar, chega a ser uma arte. No WASD já construímos a nossa cota parte de computadores, sejam para jogar ou para outras aplicações. Porque achámos que devíamos por o nosso conhecimento em prática, iniciámos o projecto de construção do Orion, o primeiro computador WASD, numa série de construções planeadas.

Em que consiste o Orion? É um computador a pensar no futuro. Os componentes escolhidos oscilam entre o melhor que há no mercado e algumas soluções menos dispendiosas a pensar em expansões futuras. Também tivemos o patrocínio de algumas das melhores marcas que nos fizeram chegar os seus melhores componentes. No final, construímos um computador para jogar que está dentro do orçamento de muita gente e que não fica confinado ao produto final, podendo ser expandido, melhorado e até aperfeiçoado com o tempo.

Selecção de componentes

Comecemos pela caixa do sistema. Não só precisamos escolher uma caixa que contenha todos os componentes como precisamos que receba futuras actualizações que façamos. Escolhemos uma CM Storm Trooper da Cooler Master pelo espaço proporcionado, pelos módulos das unidades de armazenamento, pela dimensão da base (Mid ATX), pela distância no topo para colocação de um radiador de arrefecimento e pelas soluções de ventoínhas e filtros de pó amovíveis. A Cooler Master é, quanto a nós, a líder do mercado em soluções deste calibre. O acabamento das suas caixas e todas as ideias implementadas no seu interior, fazem de qualquer modelo uma boa compra. A integração de uma pega no topo, além do painel de controlo com uma docking station para um disco SSD são as características principais desta caixa, onde não falta a janela lateral para nos deliciarmos com o seu interior.

Para alimentar os componentes, optámos por uma fonte de alimentação, também da Cooler Master, de modo a garantirmos a total compatibilidade com o chassis. É normal algumas fontes de alimentação não possuírem as furações ou dimensões correctas para algumas caixas. Nada como adquirir caixa e fonte da mesma marca. A nossa fonte CM V Series 1000 é, como nome indica, uma fonte de 1000 watts. Já irão ver que as necessidades enegéticas do sistema não precisam de tanta potência. No entanto, os nossos planos de expansões obrigaram-nos a optar por uma fonte a pensar no futuro próximo. O facto de ser modular permite usar apenas os cabos que precisamos, o que ajuda na arrumação do interior e, acima de tudo, na poupança de recursos.

O Processador ou CPU, é o coração e o cérebro do sistema. Nesta selecção, porém, quisemos um processador com capacidades não de expansão (porque os CPUs não são expansíveis com peças extra), mas sim de overclock (já falaremos disso). O objectivo não é puxar o processador ao limite no seu primeiro ano de vida, mas sim levando-o a novas etapas com testes sustentados. A Intel fez-nos chegar um fantástico Core i7-4960X Extreme Edition. Trata-se de um CPU de 3.6 Ghz com 6 cores e 12 threads. Não é o modelo nem o socket mais recente dos i7, mas o facto de ser um Extreme permite clocks acima dos 4.0 Ghz com pequenas alterações. E apesar dos seus dois anos de vida e com um socket já algo datado, continua a dar cartas e é a escolha de muitos construtores de máquinas para videojogos.

Porque não AMD? Os processadores AMD apesar de mais baratos e com maior capacidade de overclock, são potencialmente mais sensíveis ao calor. Por outro lado, diversos jogos são concebidos com base na arquitectura Intel, pelo que é uma solução mais lógica.

Para arrefecer este CPU, novamente a Cooler Master chegou-se à frente com um fantástico dissipador de calor refrigerado a água em circuito fechado. Trata-se um Nepton 240M o mais recente na linha de coolers com radiador da marca. Notem que esta solução de refrigeração a água não tem nada a ver com as soluções do passado que obrigavam a complexas e perigosas montagens. Agora, o dissipador e radiador são facilmente montados no suporte do CPU e na própria caixa. Este Nepton tem uma característica que gostámos muito: os tubos de circulação possuem anéis especiais, patentados pela Cooler Master, que evitam dobrar o tubo ou parti-lo. Este cooler é compatível com quase todos os sockets actuais, pelo que não tivemos dificuldade em montá-lo. Depois, é inteiramente automático no controlo da velocidade das suas duas ventoinhas ou manualmente através da BIOS.

Se o coração e o cérebro do PC é o processador, a espinha dorsal é a Motherboard, ou Placa Mãe. Escolhemos uma motherboard que sustentasse o socket 2011 nativo do nosso Core-i7 4960X. Há algumas ofertas no mercado, algumas incrivelmente dispendiosas, pelo que, neste caso, optámos por uma solução mais em conta. Isto também porque não tivemos qualquer apoio na aquisição da motherboard, por mais esforços que tivéssemos encetado. Assim, a melhor solução foi uma ASUS P9X79. Trata-se de uma placa que suporta o socket e velocidades do CPU e era também compatível com a memória RAM, que já falaremos. Não é uma placa de gaming, não oferecendo as típicas ferramentas para tal, mas comporta-se como o esperado. Possui algumas coisas essenciais como suporte para SATA 6, Quad-GPU SLI e USB 3.0.

A memória RAM foi cedida pela HyperX, uma marca de gaming da Kingston. São 32GB da gama HyperX Savage 2400Mhz DIMM. Infelizmente, o CPU que estamos a usar apenas suporta memória até 1866 Mhz pelo que estamos a usar a memória condicionada. A latência de CL 11 não é das mais rápidas, havendo memórias com menos latência no mercado e até na oferta da HyperX. Mesmo assim estes dois kits de 16GB são uma boa opção e os dissipadores vermelhos são um toque visual muito interessante. Apesar da motherboard suportar até 64GB de RAM, achamos que 32GB chegam perfeitamente, havendo quatro sockets Quad Channel disponíveis na motherboard se no futuro quisermos adicionar.

No que diz respeito à placa gráfica ou GPU, também não obtivemos qualquer apoio. A nossa ideia era montar um sistema Dual ou mesmo Quad SLI com duas ou quatro placas gráficas Nvidia respectivamente. Sem o essencial apoio de uma das marcas do mercado para esse fim, decidimos optar pela mais recente série Maxwell da Nvidia com a Geforce GTX 960. Porque não uma de maior potência? Com os seus 2GB a GDDR5, suporte para 4K, além de todas as novidades dos processadores Maxwell, é um bom compromisso de qualidade e preço. Na realidade, muitos dos actuais videojogos não recorrem a mais de 2GB de memória do GPU, salvo raras excepções que falaremos nos testes de Benchmark. Futuramente, planeamos adquirir mais placas gráficas para cumprir o objectivo do Dual ou Quad SLI.

Primeiro upgrade: O nosso PC recebe uma nova peça de hardware que aumenta a performance até 40%! Saibam qual.

Porque não ATI/AMD? Uma vez mais, a questão tem a ver com optimização. As placas gráficas Radeon possuem muitos modelos de elevada qualidade a preços semelhantes. No final são as optimizações dos videojogos que ditam a nossa preferência. As ATI/AMD não gostam muito de overclocks, sendo também vítimas de sobreaquecimento.

Para armazenamento, escolhemos uma solução em duas partes. Por um lado a HyperX enviou-nos um disco HyperX Savage Solid State Drive de 120GB. Este pequeno mas ultra rápido disco, foi escolhido para instalar apenas o sistema operativo. Para armazenamento e instalação de jogos ou aplicações, optámos por um fiável Western Digital Caviar Black Edition de 1 TB. Esta opção permite-nos reservar um disco para sistema e cache, estando o segundo para armazenar informação e como cache adicional. O sistema modular da caixa permite-nos adicionar mais discos, SSD ou HD, nunca ficando condicionados pela falta de espaço. O tempo o dirá se precisaremos de mais. Para sistema operativo, porém, os 120GB são mais que suficientes.

Falta só falar de uma unidade óptica para leitura de DVDs. Aqui, com a lógica do formato físico cada vez mais obsoleta, optámos por um DVD-Rom banal de leitura e gravação. Podíamos optar por um leitor-gravador BluRay Disc, mas não só o mercado de videojogos para PC não optou pelo BluRay (ainda) como a diferença de preços não compensa. Se no futuro passar a ser viável, temos espaço na caixa para adquirir mais unidades.

Em termos de periféricos, tivemos apoio de diversas marcas. Os nossos amigos da FraggerZStuff fizeram-nos chegar dois dos seus bestsellers. O teclado Mad Catz S.T.R.I.K.E. 3 com configuração QWERTY para Portugal com teclas em membrana e o fantástico rato SteelSeries Rival, com design simples mas incrivelmente robusto. A HyperX também ajudou com os seus fantásticos auscultadores HyperX Cloud que, embora possua entradas jack de 3.5mm suportando apenas estéreo, é capaz de ser um dos melhores auscultadores que jamais usámos. Sobre isso, falaremos numa análise posterior. Também a Microsoft nos quis apoiar em termos de Hardware, enviando-nos um sempre fantástico Xbox One Gamepad. Com os drivers simples, podemos jogar com este comando em quase todos os videojogos do momento, com a qualidade reconhecida do comando que equipa a Xbox One.

Montagem e Instalação

Temos preparado para vocês um vídeo de montagem. Neste, poderão ver que a montagem foi relativamente simples. A caixa CM Storm Trooper traz tudo o que é necessário ao nível de parafusos, encaixes, cabos de ligação (de ventoinhas e outros extras) e até cintas de plástico para organização. Irão notar que usamos os orifícios no chassis para passar todos os cabos, mantendo o interior organizado e sem entrelaçamentos.

Instalar o CPU é um processo delicado e tem de ser feito com cuidado, seguindo a seta de orientação. A memória RAM tem um encaixe próprio e slots específicos (para Quad Channel). Antes de instalar a motherboard no chassis na posição correcta, porém, precisamos de instalar a refrigeração. O cooler foi montado com facilidade, graças aos "brackets" para o socket que o Nepton 204M já traz consigo. O radiador pode ser montado no topo, sendo necessário remover a ventoinha de 12cm que a caixa traz. Guardem-na, porque o radiador já traz duas ventoinhas de 6cm. Chegam perfeitamente para enviar o ar aquecido para o topo da caixa. Certifiquem-se apenas de montar as ventoinhas na direcção correcta.

Os discos rígidos podem ser montados num dos dois módulos com ventilação própria na frente da caixa.  Já os SSD possuem uma pequena prateleira que fica no fundo da caixa. Prático, mas obriga a desmontar o filtro na base para desaparafusar a prateleira e ter acesso aos SSD. Depois, instalamos a unidade de leitura óptica, removendo uma das protecções frontais, também elas com filtro anti-pó.

A instalação da placa gráfica é também fácil com o slot PCI-e, necessitando apenas de uma ligação própria da fonte de alimentação. Usámos o primeiro slot por defeito, sendo possível instalar até quatro nos restantes slots.

Por fim a ligação de energia e comunicação dos componentes. Como já dissemos, usamos os orifícios no chassis para passarmos os cabos na parte lateral da caixa, atrás da motherboard. Usámos apenas os cabos necessários ligados à fonte modular. Não pensem que esta organização é apenas cosmética. Uma caixa organizada é também uma caixa fácil de manter e, acima de tudo, mais fácil de ventilar.

Primeiro Arranque e Instalações

Assim que ligámos o computador fomos brindados com... tudo a correr bem. É normal nos primeiros arranques que alguma coisa não funcione. Na verdade, tivemos um pequeno problema nos arranques posteriores com a BIOS a não reconhecer a RAM quando a tirámos dos 1600Mhz que a BIOS insistiu em manter, para os 1866Mhz suportados. Isso acabou por ser resolvido mais tarde. De notar que esta motherboard possui uma configuração "Fail Safe" que se algo não correr bem, reverte para um arranque seguro. Uma protecção para overclocks.

De resto, a nossa instalação correu como o esperado. O cooler está a funcionar em pleno mantendo o CPU na casa dos 33ºC em "idle" (teremos testes mais extremos nos benchmarks). A refrigeração da caixa com as suas cinco ventoinhas (mais uma da fonte de alimentação), mantêm uns estáveis 30ºC numa sala com temperatura ambiente de 28ºC (medidos num dia de calor).

Da Microsoft recebemos o Windows 8 Professional. A instalação correu com alguns percalços na fase da configuração e reboot. Tudo porque o sistema operativo, aparentemente, não estava a gostar da rapidez do SSD. Não sabemos ao certo o que causou os freezes no momento do arranque após correr o DVD de instalação. Por duas vezes tivemos de reiniciar todo o processo, apagando as partições criadas. Na terceira tentativa, porém, aconteceu tudo à primeira. Estranho.

Quem instala sistemas operativos, porém, odeia a fase seguinte... as instalações de drivers e as fatídicas actualizações de software. Notem porém que ambas são essenciais. Demorámos cerca de 6 horas para instalar drivers dos componentes actualizados, instalar actualizações pendentes do Windows para poder actualizar para Windows 8.1 e a instalar pequenos pacotes de software adicionais. Tudo isto demorou porque depois de instalações e actualizações pertinentes, é recomendado reiniciar o computador, além de ser recomendado que se instale todas as actualizações através dos sites oficiais na internet.

A opção de instalação do Windows 8.1 prende-se com o nosso objectivo de tornar este PC numa máquina a correr Windows 10, disponível no próximo dia 29 de Julho deste ano. Para esse fim, estamos a correr a máquina nestes dias como uma fase de testes, sabendo que o próximo Windows, em conjunto com o novo API DirectX 12, irá tirar muito mais proveito dos recursos.

Primeiros Testes antes do Benchmark

Os primeiros testes que fizemos prenderam-se, sobretudo, com a estabilidade do sistema. Não estamos, nesta fase, preocupados com performance, mas sim com o tempo de uso, crashes potenciais, experiência de utilização e performance geral de acessos e processos simples. A temperatura de CPU, GPU e caixa são também constantemente monitorizadas para verificar a eficácia do sistema. Não vale a pena correr Benchmark, ou jogar sequer, se o sistema sobreaquece. Se isso acontecer, é preciso abrir, remover os componentes e rever se a instalação foi correcta. A orientação da circulação de ar e posição dos dissipadores são os problemas mais frequentes nos casos de sobreaquecimento.

No nosso Orion, porém, tudo correu bem. A temperatura mantém-se estável após algumas horas de uso. Com isso em mente, começamos a usar programas como o Microsoft Office 365, gentilmente cedido pela Microsoft, navegar pela internet, correndo algumas aplicações mais pesadas em termos de uso da RAM e do processador, abrindo diversos processos, etc. Tudo isto para obter um ou outro erro, um crash, ou um lendário ecrã azul... e tivemos.

Curiosamente, foi uma aplicação que não esperávamos. O driver da Nvidia instala-se com uma aplicação chamada Nvidia Experience. Esta aplicação permite configurar automaticamente jogos para configurações optimizadas para o sistema com placa Nvidia instalada. Este programa é opcional, mas até é prático para configurar videojogos sem grande trabalho. Infelizmente, causou um ecrã azul que obrigou a um "purge" do sistema e reinício. Curiosamente, no dia seguinte, uma actualização foi lançada para o Experience. Como vamos puxar o PC ao limite nos Benchmark porém, nem devemos usar muito o Nvidia Experience por agora. Como permite avisar quando há novos drivers e actualizá-los com facilidade, mantivemos. Até agora, não causou mais nenhum problema.

Outro problema inesperado veio da gestão do protocolo USB. A motherboard que temos possui tanto portas USB 2.0 como USB 3.0 (estas com o USB Attached SCSI Protocol que permite até 170% de boost de velocidade). Infelizmente, alguns dispositivos, como o teclado Mad Catz que temos (USB 2.0) desligava-se independentemente da porta que escolhêssemos, 2.0 ou 3.0. Acontece que este é um erro da gestão de energia das portas USB no Windows 8.1. Apesar de termos seleccionado nas opções de poupança de energia que não queríamos que o sistema as desactivasse quando não estivessem em uso, as portas eram à mesma desligadas devido a uma programação no core do sistema operativo. Uma edição do registo corrigiu este erro, apesar de ter dado alguns momentos frustrantes pelo meio.

Algumas horas de optimização e personalização depois, não podemos deixar de assinalar duas coisas: O hardware escolhido, dentro das melhores marcas do mercado, não deu qualquer incompatibilidade ou situação indesejada; Depois de instalado o update para Windows 8.1, o PC ficou muito mais rápido no uso e navegação. De facto, o sistema operativo deu um salto qualitativo gigante nestes últimos meses. Prevemos ainda mais qualidade aquando do lançamento do Windows 10. Por agora, o Windows está estável e recomenda-se.

Preparando o sistema para receber os jogos e aplicações para os testes de performance propriamente ditos, instalámos aplicações como o Steam, Origin, Battle.net e Uplay. Todos estes permitem escolher a drive e directoria para instalação dos videojogos que providenciam. Uma mais valia dado os nossos dois discos separados. Sobre esses testes, falaremos na secção Benchmark.

Uma nota final para o facto de como, hoje em dia, construir um PC pode ser uma tarefa ingrata. Não só os preços dos componentes oscilam bastante, como existem autênticos engodos no mercado, levando muita gente a comprar artigos cujo real valor ou performance ficam aquém do desejado. É o caso de marcas para "gaming" cujos equipamentos não são mais que rotulados com esse título. Não podemos deixar de recomendar que antes de comprarem qualquer componente ou acessório que seja, que consultem um especialista. Este PC que temos aqui foi estudado e pensado para não ser, nem uma peça de mobiliário sem vida, nem um colosso sobrevalorizado.

Veredicto

Este é o nosso primeiro PC. Notem que tivemos excelentes apoios, mas uma boa parte desta construção foi apenas possível com investimento financeiro nosso. Demorámos cerca de 5 meses até reunirmos todas as condições para construir esta máquina. Neste processo estudámos as melhores soluções, dentro de um orçamento limitado, a pensar na realidade da conjectura financeira actual. Mas, também pensámos no futuro, querendo trazer à luz do dia algo que fosse substancialmente rápido e que corresse videojogos em níveis de qualidade confortáveis, permitindo, ainda, potenciais actualizações futuras. Só podemos ficar satisfeitos com o que temos em mãos. Por um lado, um PC com um aspecto imponente, graças à sua fantástica caixa. Lá dentro está uma valiosa plataforma para os nossos testes. Robusta e rápida, se precisar de algo mais, está preparada para receber.

O WASD agradece à Cooler Master, Kingston HyperX, Intel, Microsoft e Fraggerzstuff pelo apoio prestado à criação deste computador. Algumas peças instaladas neste PC foram adquiridas em lojas Portuguesas.

Upgrades:
1. GeForce GTX 980.

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