Mais infoProdutora: Square EnixEditora: Square EnixLançamento: 29/11/2016Plataformas: , Género:

A série Final Fantasy é um fenómeno. A cada novo título, parece que tudo e todos param para ver como é a nova aventura da Square Enix. Acontece que Final Fantasy XV esteve quase dez anos a ser desenvolvido, fazendo com que o seu lançamento fosse ainda mais desejado. Aqui está, finalmente, analisado por nós.

[Actualização “Windows Edition”]

Mais de um ano depois de ter conquistado as consolas, Final Fantasy XV chegou também ao PC. Não é um novo jogo na sua plenitude, mas o que foi “vendido” foi uma nova experiência visual que, para todos os efeitos, pretendia ser a edição definitiva deste título. Além do óbvio jogo base, a Windows Edition traz consigo todos os DLC já lançados nas consolas, os episódios “Gladio”, “Prompto” e “Ignis” e a expansão “Comrades”, mas também os extras de roupas e armas, além de uma série de adições exclusivas desta edição. Em paralelo, uma reedição do jogo chamada de Royal Edition, também adiciona estes extras nas consolas PS4 e XB1. Contudo, pelo upgrade visual, a Windows Edition no PC é claramente a mais apetecível.

Lendo novamente em baixo o que escrevi em Dezembro de 2016, fica claro o quanto gostei deste jogo. FFXV é uma experiência fantástica em todos os planos, na jogabilidade, na história contada, na construção de personagens, na jogabilidade e em muitos outros pormenores. Na análise consta que, infelizmente, a minha experiência inicial da PS4 Pro não foi das melhores, uma vez que o jogo precisava de algumas optimizações que só chegaram mais tarde. Mesmo assim, arrisquei dizer que era um dos jogos do ano, o que, numa análise no último mês desse ano, foi um risco calculado. Já desde essa altura que muitos faziam contas a uma edição no PC. Começou como um rumor, depois foi ganhando forma e aqui está a Square Enix a cumprir o prometido.

Dirão que não deve haver muita vantagem de passar este jogo já tão brilhante para o PC. Afinal, mesmo as adições de conteúdo não parecem acrescentar nada de realmente novo, por isso, quem jogou nas consolas pode não encontrar grandes motivos para migrar. Contudo, a Square Enix não quis simplesmente relançar um jogo noutra plataforma. Com o poder acrescentado de processamento no PC, a produção aproveitou para adicionar uma miríade de novos efeitos e optimizações com o objectivo de dar ainda mais qualidade visual ao jogo. Claro que, com isso, surge uma necessidade mais premente de Hardware a condizer e um tamanho de ficheiros impressionante. Na versão digital que testei, tive uns largos minutos a descarregar 75.5 GB de jogo…

Para vos falar do que encontrei nesta versão PC, tenho de vos explicar que o computador que usei para estes testes foi o nosso veterano Orion. O que significa que, dados os requisitos, jamais pude experimentar Final Fantasy XV em toda a sua glória UHD 4K a 120FPS. Mesmo assim, consegui colocar as definições em High, garantindo uns impressionantes 60FPS fixos. Muito, mesmo muito, raramente tive quebras muito acentuadas de performance e só mesmo num ou outro momento pediu algo mais que o nosso PC não podia dar. Diria que esta versão é perfeitamente optimizável sem perder a qualidade desejada. Mesmo que não consigam jogar no seu pleno, ainda assim a experiência é garantidamente fantástica e superior às consolas. A não ser que joguem num PC muito limitado… mas, aí não há milagres.

Porque é tão exigente esta versão? Em primeiro lugar, notei logo que a distância de renderização foi largamente expandida. É possível ver detalhes a muito maior distância que nas consolas, além da optimização de modelos e texturas estar muito melhor ao longe. Podem achar um preciosismo mas, nas consolas é frequente ser surpreendido por animais que não conseguia ver à distância por causa limitação no hardware. Como se isso não bastasse, graças às capacidades visuais da tecnologia Nvidia Gameworks, a vegetação e efeitos gerais de plantas e pelo de animais, os efeitos de cáusticas e partículas e muitos outros pormenores visuais dão uma nova qualidade ao que vemos. Para todos os efeitos, parece um jogo novo e ninguém diria que é um port das consolas.

Nem tudo é perfeito, porém. Por causa da dimensão dos ficheiros, os tempos de carregamento são algo elevados. Não são muito frequentes, felizmente, mas o carregamento da primeira vez que entramos no jogo é algo moroso. Depois, a cada novo sector ou capítulo, os carregamentos são bem menores. Quem sabe o maior paradoxo desta versão, porém, vem inesperadamente… do chão. Já nas consolas, ao fim de um tempo a jogar, era inevitável notar padrões nas texturas de chão, sobretudo à distância. O nosso cérebro detecta muito facilmente estas repetições quando a produção opta por “colar” texturas em sequência, numa técnica chamada de “tile”. Ora, nesta versão tão poderosa a nível técnico, fiquei desapontado por ver a mesma situação, mesmo que as texturas tenham outros efeitos e vegetação mais densa. Há momentos em que se nota um claro padrão em áreas mais vastas.

Uma adição que me dividiu um pouco foi a inclusão de um modo na primeira pessoa. Podemos controlar Noctis nesta perspectiva em exploração ou combate, continuando as cenas intermédias na terceira pessoa. Dividiu-me porque nem sempre funciona bem. No modo de fotografia, funciona como o esperado, dando-nos a “objectiva” na perspectiva correcta. Em combate, porém, Noctis pode saltar, rebolar ou cair e a câmara na primeira pessoa não ajuda nada nestes momentos, criando desorientação espacial constante. Também confesso que não me adaptei ao teclado e rato para jogar, sendo forçado a ligar um comando Xbox One para continuar a jogar. Ambas as novidades de controlo poderão necessitar de algum hábito, acredito. Mas, depois de recolocar a perspectiva na terceira pessoa e de ligar o comando, passei a jogar muito melhor.

Além destas melhorias visuais, obviamente cosméticas, já mencionei que terão todos os DLCs já lançados disponíveis no menu. Estes contam histórias paralelas dos três companheiros de Noctis, introduzindo algumas novidades na jogabilidade. Considero-os francamente acessórios, embora acrescentem pedaços interessantes de enredo à história principal, dando mais profundidade às personagens que lhes dão nome. Já a expansão Comrades, é surpreendentemente complexa e longa, dando-nos a capacidade de jogar online com outros jogadores. Como me dediquei à sua campanha a solo nas suas 100 horas aproximadas, não achei que estas expansões viessem a acrescentar muito mais à experiência do jogo base.

Mas, como já disse, também há conteúdo exclusivo e inédito. Contem com uma série de novas áreas e missões, um novo barco para explorar e pescar por Eos, novos acessórios, o tal novo modo de fotografia, peças e equipamento exclusivo, entre outros bónus. Nenhuma destas adições é fracamente memorável, mas é mais conteúdo a premiar uma nova edição. O que mais gostei nesta versão porém, nem sequer ainda foi devidamente explorado: O suporte para mods! Sim, em breve vamos poder andar por Eos com toda a sorte de modificações criadas pelos fãs. Por agora, a página dedicada ao jogo no Steam Workshop só possui uns quantos itens criados pela produção (fato de Gordon Freeman de Half Life!) mas, em breve haverá também conteúdo de terceiros.

Veredicto da Windows Edition

Com a promessa da Square Enix de que mais episódios virão, esta nova vida de Final Fantasy XV, mais de um ano depois, parece uma demonstração de teimosia ao não deixar o jogo desaparecer. E os fãs agradecem! A Windows Edition traz consigo uma experiência visual absolutamente deslumbrante, muito acima do que vimos nas consolas. Talvez precisem de um PC mais musculado para atingir o potencial do jogo, mas nada que uma boa optimização não resolva. Em termos de jogabilidade, tem a mesma acção e conteúdo, acrescentando as expansões já lançadas, alguns pequenos bónus e suporte para Mods. Se o título original era já fantástico, esta é a sua derradeira edição, sem dúvida.

[Análise original de 5 de Dezembro de 2017]

Analisar um JRPG (Japanese Role Play Game) não é uma tarefa fácil. Não se pode simplesmente debitar uma série de pareceres técnicos. Nem sequer podemos atribuir os mesmos padrões ocidentais de avaliação. Os JRPG, que sempre tiveram em Final Fantasy uma das suas maiores representações, são experiências únicas que aqui no ocidente podemos amar ou odiar, mas não vamos ficar nunca indiferentes (desculpem a frase-feita). E isso justificará a popularidade destes jogos por cá, seja pelas suas qualidades, seja pelo efeito de estranheza muitos sentem nos tópicos, estilos ou mecânicas. A pensar nisso mesmo, a Square Enix criou um jogo para veteranos e para novatos. Ou, pelas suas próprias palavras expressas logo no arranque do jogo, “Um Final Fantasy para fãs e para recém-chegados“.

Noctis é o príncipe herdeiro do Reino de Lucis que embarca numa aventura com os seus três guarda-costas. Desde logo, porém, o que poderia ser uma simples aventura entre amigos nos preparativos do casamento do príncipe, torna-se numa autêntica corrida contra o tempo. Eventos na capital do Reino precipitam Noctis a tornar-se o Rei improvável, mas para isso terá de provar que é merecedor do trono. Noctis tem de reaver um misterioso Crystal, juntar-se à sua noiva Oracle e recuperar importantes poderes e artefactos Reais. E, pelo meio, há forças hostis do império de Niflheim a oporem-se à sua ascensão, ao mesmo tempo que, estranhamente, parecem ajudá-lo em algumas ocasiões.

Logicamente, não devem esperar um enredo muito coerente com que habitualmente encontram num videojogo, ora não fosse este um JRPG. Contudo, é de louvar os esforços da produção em manter o nosso interesse no desenrolar da trama e empatia por Noctis e companhia na sua missão. FF XV é um jogo de amizade, de luta pelo reconhecimento e de sacrifícios. A química gerada entre o príncipe Noctis e os seus guarda-costas Ignis, Prompto e Gladiolos é o laço que une todo o enredo. As personalidades distintas de cada personagem, com Ignis a ser o mais taciturno, Prompto o brincalhão e Gladiolus o “irmão mais velho”, fazem com que qualquer viagem entre missões principais ou secundárias sejam interessantes. Nem que seja pelas irrepreensíveis prestações dos actores que emprestam a voz em ricos diálogos, alguns bastante cómicos.

Sendo um RPG, este é um jogo para efectuar missões, entre principais que evoluem o enredo e secundárias que o complementam. Tanto Noctis como os seus companheiros vão ganhando pontos de experiência por cada missão bem sucedida ou tarefa completa, mas também, logicamente, por cada combate vencido. Gostarão de saber que existe uma árvore de evolução para desbloquearmos atributos para cada personagem ou para a equipa no seu todo. Entre combate, acção em grupo, hobbies, exploração e outros factores, vamos recebendo XP que depois servem para “comprar” evoluções. E notem que é muito importante evoluir as personagens ou muito cedo irão achar o jogo demasiado difícil. Evoluam, sobretudo os pontos de energia (HP) e a sua recuperação.

E notem que não podem simplesmente andar de missão em missão e esperar que a evolução seja linear. É preciso fazer quatro coisas para que o jogo se torne evolutivo: É preciso fazer missões (logicamente), praticar hobbies, tomar refeições e descansar. Cada personagem tem o seu hobby específico: Noctis pesca, Ignis cozinha, Prompto fotografa e Gladiolus explora. Apenas podemos praticar a pesca de Noctis, todas as outras personagens vão evoluindo consoante paremos para comer, exploramos novas áreas ou aproveitamos cada oportunidade para uma nova fotografia. Tomar refeições ou descansar pode ser feito ou numa área de repouso, um hotel ou num acampamento improvisado. Não pensem que é apenas uma mecânica de passar o tempo. Fazer estas duas actividades reforçam os bónus de evolução e dormir “banca” todos os pontos de experiência ganhos. É só mesmo nessa ocasião que evoluímos.

Cada personagem possui também o seu lote de armamento. Noctis é um pouco polivalente tendo também magia ao seu dispor, mas Ignis prefere adagas, Prompto pistolas e Gladiolus uma enorme espada. Há armas mais potentes que podemos encontrar ou ganhar e algumas destas têm capacidade de receber upgrades. Para a magia, é preciso encher frascos específicos com diferentes elementos (fogo, gelo ou electricidade) para gerar ataques que variam de intensidade consoante a quantidade de matéria prima. E Noctis pode absorver estes elementos em determinados pontos espalhados pelo mapa. Além disso, esta personagem tem também alguns atributos de magia derivados das suas armas mágicas e de um determinado anel que irá ganhar lá mais para a frente no jogo.

Com isto em mente, devem calcular que uma boa parte da acção deste jogo é feita em combate. Não desesperem porque aqui não está presente o habitual sistema de combate por turnos. Felizmente, aqui a acção é directa e em tempo real. Podem, mesmo assim, activar um modo de espera no menu que permite pausar o jogo sempre que pararem de mover Noctis para melhor estudar uma estratégia. Contudo, a acção em si não nada difícil de dominar, com um botão premido para ataque, outro para defesa, além de um outro botão para fazer mira e outro para chamamentos e outras opções. É importante ficar atento aos Quick Time Events que surgem no ecrã para pressionar numa tecla específica no tempo certo. Cada ataque bloqueado e contra-atacado oferece também melhor pontuação de “finesse” para ganhar ainda mais pontos de evolução.

Confesso que não era grande fã do sistema de combate deste jogo. Ao início parece que bastava manter o botão de ataque pressionado e as batalhas resolviam-se. Não ajudava muito ver que as posições de câmara eram muito más para determinadas zonas de combate mais confinadas, como as cavernas. A dada altura terminava tudo em caos e não se percebia muito bem o que se tinha passado. Contudo, o esquema de pontuação de cada encontro de combate denota que há 3 pontos a reter: O tempo de ataque e defesa, o trabalho de equipa e o uso das armas correctas. Estaria aqui por vários parágrafos a tentar descrever como devem proceder, mas penso que faz parte da vossa experiência descobrir as melhores combinações de ataques e as melhores estratégias. Apenas não se deixem intimidar por inimigos de nível elevado ou em grandes grupos. O triunfo está na estratégia e não na força ou no número.

O que não gostei mesmo foi de como funcionam as summons neste jogo. Estas são uma espécie de fortes “trunfos” de um ataque devastador de seres gigantes chamados Astrals e são impossíveis de reter, sobretudo orientadas para inimigos além da nossa capacidade. São ganhas ao longo do jogo, conseguindo a primeira nas primeiras 15 horas. Só que o sistema que nos permite usá-las não é muito claro. A dada altura surge uma informação no ecrã de que uma summon está disponível. Isto acontece porque estas summons só estão disponíveis quando estão reunidas algumas circunstâncias, como o local onde estamos ou o tipo de inimigo. No entanto, o jogo não oferece qualquer explicação dessas circunstâncias e não há nenhuma opção de menu para as chamar. Quando aparecer a opção, carreguem no botão correspondente. Em jogos anteriores da série esta mecânica era bem mais interessante.

Para nos manter a jogar, existem centenas de missões espalhadas por Eos, o planeta onde decorre toda a acção. Este é um vasto mundo repleto de pontos de interesse para explorar. Possui regiões pacatas que nos fazem lembrar as míticas cidades interiores dos Estados Unidos, mas também enormes cidades para nos perdermos. Sendo um mundo aberto, explorar todas as áreas a pé seria uma tortura. É por isso que temos ao nosso dispor um veículo especial, um fantástico descapotável chamado Regalia, uma autêntica limusina digna de um príncipe. Infelizmente, apesar de Noctis poder pegar no volante, na maior parte do tempo vamos delegar a sua condução a Ignis, uma vez que conduzir este carro é uma tarefa aborrecida, por estar restrito a ficar-se pela faixa de rodagem, talvez para evitar saídas de estrada. Ir de um ponto para outro, acaba por ser uma viagem “em carris” a apreciar as vistas. Ou então, optamos pelo Fast Travel.

Mas se estiverem de bom humor, nada como alugar um Chocobo. Para quem não está familiarizado com o universo Final Fantasy, os Chocobos são uma espécie de ave gigante que pode ser montada. Basicamente, são como rápidos cavalos, que podem saltar e correr largas distâncias. Digo-vos que devem aproveitar e andar de Chocobo sempre que puderem, sobretudo porque, ao contrário do Regalia podem fazer corta-mato. Além disso, também pode ser usado em combate e até pode ajudar-nos a saltar por secções mais complicadas. Há também missões especiais que exigem o uso de um destes bichos, como as divertidas corridas para testar a nossa mestria com as rédeas. Os Chocobos também possuem um sistema de evolução que os vai tornando mais eficazes consoante os usem por mais tempo.

E é mesmo a explorar este enorme mundo aberto de Eos que irão ficar deslumbrados com a qualidade gráfica de Final Fantasy XV. Este jogo é graficamente exemplar com tudo o que poderiam querer num título actual e nas consolas da actual geração. Talvez não possua tanto rigor gráfico como outros jogos que apostam mais no realismo, mas terão de se recordar que é um título baseado num universo de fantasia. Mesmo assim, desde as praias solarengas de Lestallum às montanhas de Tenebrae, sem esquecer a fantástica cidade ao estilo de Veneza que é Altissia em Accordo, este jogo é uma obra de arte. E todos os edifícios, veículos e objectos possuem um rigor visual invejável. Até mesmo as personagem foram alvo de um cuidado excepcional na sua modelação e animação. Talvez só o sincronismo de lábios não seja o melhor que já vi, mas é cumpridor quanto baste, aliado às expressões faciais credíveis.

Só que, infelizmente, nem tudo correu bem no plano técnico. Até à data desta análise, ainda não foi lançada a prometida actualização de compatibilidade com a PlayStation 4 Pro. O que significa que não nos foi possível testar este jogo em todo o seu potencial. Apesar de poder correr com ou sem a opção HDR e ter duas opções exclusivas de qualidade visual para a PS4 Pro, é aconselhável por agora não usar nenhuma destas opções neste jogo. A opção de qualidade máxima causa falhas consideráveis na performance do jogo, com quebras notórias de rácios de fotogramas, enquanto que a opção HDR parece estar a criar inúmeros erros visuais, até mesmo ecrãs em branco ou com imagem distorcida. É aconselhável usar a opção visual “Lite” e desligar o HDR até a tal actualização surgir. O que é pena, porque o que é possível ver quando funciona é um jogo ainda mais fantástico na PS4 Pro.

Veredicto

Gostava de vos falar bastante mais de Final Fantasy XV. Sim, esta análise até é algo extensa, mas acreditem que ficou muita coisa por dizer. Nas mais de 100 horas previstas de jogo, é uma experiência deslumbrante, incrivelmente rica e cheia de coisas para fazer. Cada evolução da personagem, cada combate ganho contra adversários difíceis, cada hora perdida a explorar será como um novo motivo para continuar a jogar. O enredo pode não ser convencional, por vezes é tão confuso que é preciso investigar um pouco, o combate pode dividir os entusiastas mais veteranos e a falta de suporte real na PS4 Pro (por agora), pode desapontar alguns. Contudo, Final Fantasy XV é, incontestavelmente, um dos jogos do ano que não devem perder.

Partilhar
Artigo anteriorAnálise – Frantics
Próximo artigoAnálise – TT Isle of Man: Ride on the Edge